Cidade de Pedras


Vegetação e relevo da Cidade de Pedras


Na  região da Cidade das Pedras a vegetação é predominada matas ciliares, matas semidecíduas, veredas e campos. Em sua maior parte, a vegetação é baixa, com árvores retorcidas. A região montanhosa sustenta o pitoresco e raro Cerrado Rupestre, sobre rochas. Trata-se de uma região de montanha, já que está ligada à Serra dos Pireneus. 


Localizada no centro oeste do Brasil, nas proximidades da cidade histórica de Pirenópolis em Goiás está a Serra dos Pireneus contando com sete trilhas ecológicas para caminhada e três picos, sendo o mais alto a quase 1.400 metros de altitude.

Lembrando uma cidade de pedras encontra-se num espaço enorme rodeado de gigantes de pedra das formas mais estranhas que possam ser imaginadas. Algumas formam castelos de aspecto agressivo, outras parecem monstros de origem inqualificável, outras lembram jardins babilônios, cheios de plantas, que há milhares de anos atrás, durante o movimento das placas tectônicas, valas foram abertas e por ali o magma do interior da terra penetrou e subiu até a superfície.

Para se visitar o lugar é imprescindível a presença de um guia experiente. Lugar de caminhada de dificuldade média a alta, cerca de 10 km, com trilhas sujas de mato, sem água e muito acidentado.

Da vegetação rasteira, flores brotam por entre as pedras

Cidade de Pedras: naturalmente monumental


Monumento Natural é um tipo de unidade de conservação de proteção integral prevista na Lei 9985/2000, que diz: “Monumento Natural tem como objetivo básico preservar sítios naturais raros, singulares ou de grande beleza cênica. (...) pode ser constituído por áreas particulares, desde que seja possível compatibilizar os objetivos da unidade com a utilização da terra e dos recursos naturais do local pelos proprietários. (...) Havendo incompatibilidade entre os objetivos da área e as atividades privadas ou não havendo aquiescência do proprietário às condições propostas pelo órgão responsável pela administração da unidade para a coexistência do Monumento Natural com o uso da propriedade, a área deve ser desapropriada, de acordo com o que dispõe a lei. (...) A visitação pública está sujeita às condições e restrições estabelecidas no Plano de Manejo da unidade, às normas estabelecidas pelo órgão responsável por sua administração e àquelas previstas em regulamento”

A Cidade de Pedra em Goiás, ainda não possui nenhuma infra-estrutura turística, sendo uma das paisagens mais antigas do Brasil. Mas, só entrou a pouco no mapa turístico nacional


Há quase quatro anos, a Prefeitura de Pirenópolis (Goiás) reconheceu 1.380 hectares de seu território como monumento natural. Naquela área de Cerrado está a maior cidade de pedra conhecida no Brasil, com cerca de 500 hectares de fantásticas formações rochosas.
O Parque Nacional de Sete Cidades no Piauí, por exemplo, tem seis mil hectares e pedreiras ocupando em torno de 250 hectares.

Fontes:


Vale da Lua

Veja  também a postagem sobre o Vale da Lua que tem esse nome devido a aparência que lembra uma paisagem lunar e fica no coração do Brasil em Alto Paraiso de Goiás. na Chapada dos Veadeiros.
É considerada o santuário Goiano do misticismo, esoterismo e espiritualismo.

Clique na imagem e entre na página com mais informações.



12 comments:

Obrigada por sua presença no Caliandra do Cerrado.
Espero que esse espaço tenha sido útil para você. Os artigos apresentados são frutos de pesquisas e informações colhidas na web, artigos acadêmicos, livros que após um estudo coerente entre as informações que mais se igualam sobre os temas, são selecionados para as postagens.
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Elma

Amêndoa do cerrado - xixá

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          . Nome popular - Chichá-do-Cerrado, Sapucaia,
                       Castanha de Macaco, Amendoim-de-Macaco.
          . Nome cientifico - Sterculia strita.
          .  Familia Sterculiaceae.
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É uma arvore de porte grande, crescendo de 8 a 25 metros de altura com tronco castanho-amarelado de 30 a 60 cm de diâmetro. A copa é arredondada quando a planta esta isolada, podendo alcançar o chão.
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A fruta tem o nome de xixá

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Chichá-do-cerrado é uma planta perene, nativa das regiões Nordeste, Centro-oeste e Sudeste do Brasil, principalmente dos Cerrados brasileiros. NOME INDÍGENA: Xixá vem do Tupi e significa “Fruto semelhante a mão ou punho fechado”, aludindo a forma das cápsulas individuais, é chamado carinhosamente de “Coraçãozinho do Cerrado” pelo seu formato de coração (estilo romanceado).

As flores são pequenas e formadas em panículas (cachos) nas extremidades dos ramos e são hermafroditas (têm os dois sexos na mesma flor), autoférteis. Floresce durante os meses de março a maio e a frutificação de agosto a novembro.

Os frutos são verdes e formam agrupamentos, em geral, em número de cinco, presos entre si numa extremidade. 
Quando amadurecem, os frutos ficam vermelhos e abrem-se lateralmente expondo as sementes de cor cinza ou preta, presas na sua parede grossa e bem dura. Cada semente tem 1 a 2 centímetros de comprimento. 

Quando ficam totalmente abertos, cada fruto fica com formato de coração. A propagação é feita por sementes.
Fruto de cápsula lenhosa, com pêlos internamente, de 10 a 20 cm de comprimento e, com 7 a 8 sementes, elípticas e glabras.

A árvore por sua beleza é muito usada e recomendada para o paisagismo em geral e suas cápsulas também fazem parte da decoração para arranjos de mesas, e suas castanhas são deliciosas podendo ser consumidas ao natural ou torradas.

Fotos: fernandomarinog - Lucy Passos – Elma Carneiro – Luis César dos Passos - Outras: Web




Você conhece a fruta que dá no Cerrado Banha-de-galinha? Parece muito com a manga comum, tem um cheiro enjoativo, é doce, suculenta e antioxidante. Veja mais sobre ela clicando na imagem abaixo.
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Elma

Um canto de vida

Hoje quase no final da tarde fazia um friozinho, mas mesmo assim desci até a rua para fotografar o pé de jambo do qual fiz uma postagem em 12/10/08, intitulada: É tempo de florir , (link) quando estava nos mais belos dias de sua florada. Muito triste vi que ele morreu. Está com as folhas secas enroladas e caindo uma a uma, restando apenas algumas nos galhos também secos e escuros.
Fotografei-o sob vários ângulos para mais um post, agora mostrando o contraste da vida e morte de uma árvore.
Na minha volta para casa, ouvi o cantar de um pássaro. Procurei de onde vinha apurando os ouvidos, o canto vinha do alto. Olhei para o céu e vi: era um beija-flor que cantava a vida, pousado nos fios de luz.
Aqui estão as fotos que ofereço ao ECOLOGICAL DAY de Sonia Mascaro, que decidiu manter no dia 2 de cada mês uma postagem com o tema ECOLOGIA, porém sem que seja uma blogagem coletiva. Quem quiser reverenciar a natureza ou falar algo sobre ela, fica ao critério de cada um.
E... como resistir a tanta beleza?

Fotos: Elma Carneiro

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